Por Rodini Netto
Opinião pessoal
Antes de qualquer consideração política sobre Moacyr Fadel, preciso dizer algo ao leitor que considero fundamental: Moacyr é meu amigo pessoal.
Faço questão de começar por aí porque acredito em transparência. Seria muito mais fácil escrever um texto distante, enumerar cargos, falar da trajetória política e terminar declarando meu voto. Mas não seria o texto que quero escrever.
Conheço Moacyr como político, mas também conheço o homem que existe para além da atividade política. E quando existe amizade, isso precisa ser dito. Nos conhecemos em 1991 quando morei em Castro. Fomos amigos e somos amigos desde então. Minha decisão de votar em Moacyr Fadel também passa pela confiança que formei ao longo dessa convivência, mesmo que com espaços de tempo.
Mas a verdade é que confiança não se constrói em santinho de campanha. Não nasce em propaganda eleitoral. Não aparece porque chegou a época da eleição.
Confiança precisa de tempo.
Na minha relação pessoal com Moacyr, formei uma opinião sobre seu caráter, sua forma de tratar as pessoas, sua maneira de enfrentar responsabilidades e sua capacidade para a vida pública.
E é essa opinião pessoal que estou tornando pública.
Considero Moacyr uma pessoa idônea e capaz. Repito: esta é minha avaliação pessoal, resultado daquilo que conheço dele e da convivência que tivemos. Não estou transformando minha amizade em certificado universal de caráter. Estou fazendo algo muito mais simples: dizendo ao leitor aquilo que penso sobre uma pessoa que conheço.
Tenho idade e experiência suficientes para saber que política não deve ser tratada como religião e político nenhum deve ser colocado em pedestal. Mas também acredito que, quando conhecemos alguém e temos uma boa experiência dessa convivência, não existe motivo para esconder isso. É justamente o contrário.
A transparência exige que eu diga: sou jornalista e passei boa parte da minha vida acompanhando política. Conheço bastidores, campanhas, discursos e a diferença que muitas vezes existe entre a imagem pública e a realidade.
Sou também pastor e evangélico. Minha fé influencia a maneira como procuro enxergar a vida, as pessoas e minhas responsabilidades.
Mas preciso deixar muito claro: não estou escrevendo em nome de igreja, denominação ou grupo evangélico.
Minha amizade com Moacyr é minha. Minha avaliação sobre ele é minha. E meu voto também é meu.
Não recebi dinheiro para escrever estas palavras. Não existe qualquer vantagem financeira relacionada a esta manifestação. Não existe promessa de cargo, benefício, favor ou contrapartida. Esta declaração nasce exclusivamente de uma escolha pessoal.
E talvez seja justamente por sermos amigos que eu tenha obrigação ainda maior de deixar isso claro ao leitor.
Não escondo a amizade. Assumo-a, da mesma maneira que assumo minha opinião.
Durante nossa convivência, formei a percepção de que Moacyr reúne experiência, capacidade de trabalho e condições para continuar exercendo uma função pública. É a minha leitura e outro eleitor pode chegar a uma conclusão diferente e tem todo o direito de fazê-lo.
Democracia também é isso.
Não preciso atacar outro candidato para explicar minha escolha. Não preciso diminuir ninguém para dizer por que confio em alguém que conheço. Posso simplesmente olhar para minha própria experiência e dizer: eu conheço Moacyr Fadel. Conheço não apenas o nome que aparece na urna. Conheço a pessoa.
E isso tem peso na minha decisão.
Portanto, quando chegar diante da urna, meu voto para deputado estadual será Moacyr Fadel, 55455.
Não porque alguém me mandou votar, não porque exista qualquer interesse financeiro, não porque uma igreja tenha decidido.
Mas porque esta é uma escolha que faço como cidadão, jornalista, pastor, evangélico e, neste caso específico, também como amigo.
Uma decisão pessoal, uma decisão que assumo publicamente.
E essa é uma decisão que faço questão de apresentar ao leitor com absoluta transparência.
Rodini Netto
Jornalista, pastor, evangélico, cidadão e amigo pessoal de Moacyr Fadel.




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