Há 30 anos, Sandra Assali levou seu marido, o médico cardiologista José Rahal Abu Assali, até o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ele embarcaria em um voo da então companhia aérea TAM com destino ao Rio de Janeiro para participar de um congresso.
O voo foi interrompido tragicamente apenas 24 segundos após a decolagem. Conforme o relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a aeronave bateu em três prédios e caiu sobre casas na Rua Luís Orsini de Castro, a cerca de 2 quilômetros do aeroporto. O impacto provocou um incêndio que matou todas as 96 pessoas a bordo, além de três pessoas que estavam no solo.
Três décadas após o ocorrido, Sandra Assali afirmou que o luto pela perda do marido é permanente.
Equipe de Redação — Meandros da Política
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Imagem: Fonte da imagem: agenciabrasil.ebc.com.br




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