A Polícia Técnico-Científica de São Paulo e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) firmaram, em 5 de novembro, um acordo de cooperação para identificar 300 ossadas sob responsabilidade do Instituto Médico Legal (IML) paulista.
De acordo com o governo do estado, o trabalho utilizará análise genética para auxiliar na identificação de pessoas desaparecidas. As informações obtidas serão comparadas com dados genéticos de familiares armazenados em bancos de dados.
Parentes de pessoas desaparecidas há mais de 30 dias podem agendar a coleta de material genético pelo site do IML. Segundo a perita criminal Maria Paula Valadares, a cooperação ampliará a capacidade de processamento das amostras e contribuirá para o avanço das identificações.
Equipe de Redação — Meandros da Política
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Imagem: Fonte da imagem: agenciabrasil.ebc.com.br




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